Dr. Estácio RamosHematologista · CRM 6302 BA

Trombofilia e Gravidez:
cuidado especializado

Gestantes com trombofilia precisam de acompanhamento hematológico especializado para uma gravidez segura. Com mais de 45 anos de experiência e expertise em hematologia fetal, Dr. Estácio oferece acompanhamento completo — do planejamento ao puerpério.

Gestação de alto riscoTelemedicina nacionalCoordenação com obstetra
Gestação de Alto Risco Hematológico

Mulheres com trombofilia têm risco aumentado de complicações na gravidez. Com diagnóstico correto e tratamento adequado, a maioria tem gestações bem-sucedidas.

Atendo gestantes de todo o Brasil via telemedicina, trabalhando em conjunto com seu obstetra.

45+
Anos de experiência
3
Especialidades (Hematologia + Hemoterapia + Patologia)
Brasil
Atendimento nacional via telemedicina
Fetal
Expertise em hematologia fetal

Principais tipos de trombofilia

Trombofilias são condições que aumentam a tendência do sangue a formar coágulos. Podem ser hereditárias ou adquiridas.

Fator V de Leiden

Mutação genética mais comum, aumenta o risco de trombose venosa em 3-8 vezes (heterozigoto) ou 80 vezes (homozigoto).

Mutação da Protrombina (G20210A)

Segunda trombofilia hereditária mais comum. Aumenta os níveis de protrombina, elevando o risco de coágulos.

Síndrome Antifosfolípide (SAF)

Doença autoimune com anticorpos que atacam fosfolípides. Causa tromboses e perdas gestacionais recorrentes.

Deficiência de Proteína C ou S

Anticoagulantes naturais do organismo. Sua deficiência aumenta significativamente o risco trombótico.

Deficiência de Antitrombina

A mais grave das trombofilias hereditárias. Risco de trombose até 50 vezes maior que a população geral.

Hiperhomocisteinemia

Níveis elevados de homocisteína no sangue, associados a maior risco de trombose e complicações obstétricas.

Riscos da trombofilia na gravidez

A gravidez naturalmente aumenta a coagulação sanguínea. Em mulheres com trombofilia, isso pode levar a complicações importantes.

Investigar após 2+ perdas

Perdas gestacionais recorrentes

Abortos de repetição, especialmente após a 10ª semana de gestação, podem estar associados a trombofilias.

Monitorar desde 20 semanas

Restrição de crescimento fetal

Bebê crescendo abaixo do esperado devido a problemas na circulação placentária causados por microtromboses.

Risco aumentado em trombofilias

Pré-eclâmpsia precoce ou grave

Hipertensão gestacional severa antes de 34 semanas, associada a dano placentário por trombose.

Emergência obstétrica

Descolamento prematuro de placenta

Separação da placenta antes do parto, emergência obstétrica que pode estar ligada a distúrbios de coagulação.

Investigação obrigatória

Óbito fetal tardio

Perda do bebê após 20 semanas sem causa aparente pode indicar trombofilia não diagnosticada.

Profilaxia pode ser indicada

Trombose venosa na gestação

Risco de TVP e embolia pulmonar é 5x maior na gravidez. Trombofilias elevam ainda mais esse risco.

Quando buscar avaliação?

Se você teve duas ou mais perdas gestacionais, uma perda tardia (após 10 semanas), pré-eclâmpsia grave, ou qualquer complicação obstétrica prévia, a investigação de trombofilia é recomendada — idealmente antes de uma nova gestação.

Acompanhamento da gestação com trombofilia

O tratamento é individualizado e acompanha cada fase da jornada — do planejamento ao pós-parto.

Pré-concepcional

Planejamento e avaliação

  • Investigação completa de trombofilias
  • Revisão de histórico obstétrico
  • Definição de estratégia de tratamento
  • Suplementação de ácido fólico
  • Orientações para gestação segura
1º Trimestre

Início do tratamento

  • Anticoagulação profilática (se indicada)
  • Heparina de baixo peso molecular (HBPM)
  • AAS em baixa dose (casos selecionados)
  • Monitoramento laboratorial
  • Ultrassons precoces para viabilidade
2º e 3º Trimestres

Acompanhamento intensivo

  • Ajuste de doses conforme peso
  • Ultrassonografias seriadas de crescimento
  • Doppler de artérias uterinas
  • Vigilância de pré-eclâmpsia
  • Coordenação com obstetra de alto risco
Parto e Puerpério

Manejo periparto

  • Suspensão da HBPM antes do parto
  • Planejamento de anestesia com anestesista
  • Retorno da anticoagulação pós-parto
  • Profilaxia prolongada (6 semanas)
  • Orientações para futuras gestações

Por que escolher Dr. Estácio Ramos?

Experiência em gestação de alto risco

Com mais de 45 anos de experiência em hematologia, Dr. Estácio acompanha gestantes com trombofilias e outras condições hematológicas de alto risco.

  • Formação no Memorial Sloan-Kettering (NY) e Fred Hutchinson (Seattle)
  • Expertise em coagulação e distúrbios trombóticos
  • Experiência em hematologia fetal
  • Atendimento nacional via telemedicina

Coordenação multidisciplinar

O acompanhamento de gestante com trombofilia exige trabalho em equipe. Atuo em conjunto com seu obstetra de alto risco para garantir o melhor resultado.

“Gestantes de todo o Brasil me procuram por telemedicina. Analiso exames, ajusto tratamento e coordeno com a equipe obstétrica local. A distância não é impedimento para um acompanhamento de qualidade.”

— Dr. Estácio Ramos

Perguntas sobre trombofilia na gravidez

Quando devo investigar trombofilia antes de engravidar?

A investigação é recomendada se você teve: duas ou mais perdas gestacionais, uma perda tardia (após 10 semanas), pré-eclâmpsia grave ou precoce, restrição de crescimento fetal, descolamento de placenta, trombose venosa ou arterial prévia, ou histórico familiar forte de trombose. Idealmente, a investigação deve ser feita fora da gravidez e fora do uso de anticoncepcionais hormonais.

Qual tratamento é usado para trombofilia na gravidez?

O tratamento mais comum é a heparina de baixo peso molecular (HBPM), como enoxaparina ou dalteparina, aplicada por via subcutânea. Em alguns casos, associa-se ácido acetilsalicílico (AAS) em baixa dose. A varfarina é contraindicada na gestação. O tipo de tratamento (profilático ou terapêutico) e a duração dependem do tipo de trombofilia e do histórico obstétrico.

A trombofilia sempre causa problemas na gravidez?

Não necessariamente. Muitas mulheres com trombofilia têm gestações normais sem tratamento. O risco depende do tipo de trombofilia (algumas são mais graves que outras), do histórico obstétrico prévio e de fatores de risco associados. Por isso, a avaliação individualizada com especialista é fundamental para definir se há necessidade de tratamento.

Posso fazer acompanhamento por telemedicina?

Sim. O acompanhamento hematológico de gestantes com trombofilia é muito adequado para telemedicina. Analiso seus exames, ajusto doses de medicação, coordeno com seu obstetra e acompanho a evolução da gestação remotamente. Atendo gestantes de todo o Brasil. Consultas presenciais podem ser necessárias em momentos específicos.

A heparina é segura para o bebê?

Sim. A heparina de baixo peso molecular (HBPM) não atravessa a placenta e não chega ao bebê, sendo considerada segura em todas as fases da gestação. É o anticoagulante de escolha para grávidas. Os efeitos colaterais mais comuns são hematomas no local da aplicação e, raramente, queda de plaquetas (que deve ser monitorada).

Preciso continuar o tratamento após o parto?

Na maioria dos casos, sim. O puerpério (período pós-parto) é o momento de maior risco de trombose. A anticoagulação geralmente é mantida por 6 semanas após o parto. Em mulheres com histórico de trombose prévia ou trombofilias de alto risco, o tratamento pode ser mais prolongado. A HBPM é compatível com amamentação.

Gestação segura com acompanhamento especializado

Mulheres com trombofilia podem ter gestações saudáveis com o acompanhamento correto. Atendo gestantes de todo o Brasil via telemedicina, trabalhando em conjunto com sua equipe obstétrica.

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Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. O diagnóstico e tratamento de trombofilias na gestação devem ser realizados por médico hematologista em conjunto com obstetra especializado.